A segunda-feira (2) será marcada por instabilidade em toda a Região Sudeste do país.
Em São Paulo, a chuva atinge todo o estado, com possibilidade de precipitações fortes. O risco de queda de granizo é maior nos municípios de Casa Branca, Mococa e São José do Rio Pardo, localizados na região nordeste paulista.
Em Minas Gerais, a instabilidade também predomina. Há previsão de pancadas de chuva e possibilidade de granizo de forma generalizada, atingindo diferentes regiões do estado, desde o Triângulo Mineiro até a Zona da Mata.
No Rio de Janeiro, chove ao longo de todo o dia em todas as regiões. O risco de granizo é maior em Valença, no Centro-Sul Fluminense, e em Resende e Quatis, municípios do Sul Fluminense.
Já no Espírito Santo, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, especialmente em Aracruz e Linhares, cidades localizadas no litoral norte capixaba.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em São Paulo. Já a máxima pode chegar até 34°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
O QUE É GRANIZO?
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
5 motivos para acompanhar as previsões do tempo
- Agricultura: garantia de uma boa colheita;
- Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
- Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
- Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
- Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.
Importância das observações meteorológicas no INMET
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Fonte: Brasil 61