Em dezembro de 2025, Balneário Camboriú (SC) registrou o metro quadrado mais caro do país. Com preço médio de R$ 14.906, o município liderou o ranking das 56 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP, consolidando-se como o mercado imobiliário mais valorizado do Brasil.
O desempenho superou o de importantes capitais, como São Paulo, onde o metro quadrado alcançou R$ 11.900, Rio de Janeiro, com R$ 10.830, e até Florianópolis, cuja média foi de R$ 12.773. A segunda colocada no ranking também é catarinense: Itapema, com valor de R$ 14.843 por metro quadrado.
Balneário Camboriú vem atravessando um ciclo prolongado de valorização. De acordo com o Portal InfoMoney, os números reforçam a posição da cidade como um dos principais polos de imóveis de alto padrão do país.
A escassez de terrenos disponíveis, sobretudo nas áreas mais disputadas da orla, é um dos fatores que pressionam os preços. Ao mesmo tempo, a demanda continua aquecida, impulsionada por compradores de alta renda, investidores e interessados em segunda residência, segundo o InfoMoney.
O lançamento de empreendimentos residenciais verticais de luxo nos últimos anos também contribuiu para a valorização local, elevando o preço das unidades. Em 2025, o Índice FipeZAP acumulou alta de 6,52%, a segunda maior dos últimos 11 anos, superando inclusive a inflação ao consumidor.
Confira o ranking das cidades com o metro quadrado mais caro do Brasil
As dez cidades que figuram na liderança estão concentradas em duas regiões, a Sul e a Sudeste. O destaque vai para os estados de Santa Catarina, Espírito Santo e São Paulo. Já o metro quadrado mais barato foi identificado em Pelotas (RS). Veja o ranking (em reais):
- Balneário Camboriú (SC) – 14.906
- Itapema (SC) – 14.843
- Vitória (ES) – 14.108
- Itajaí (SC) – 12.843
- Florianópolis (SC) – 12.773
- São Paulo (SP) – 11.900
- Barueri (SP) – 11.696
- Rio de Janeiro (RJ) – 10.686
- Belo Horizonte (MG) – 10.366
- Vila Velha (ES) – 10.242
- Maceió (AL) – 9.836
- Brasília (DF) – 9.754
- São Caetano do Sul (SP) – 9.477
- São José dos Campos (SP) – 9.024
- Fortaleza (CE) – 8.936
- São José (SC) – 8.870
- Sorocaba (SP) – 8.517
- Recife (PE) – 8.467
- Osasco (SP) – 8.367
- Belém (PA) – 8.154
- Goiânia (GO) – 8.139
- Curitiba (PR) – 8.083
- Santos (SP) – 8.053
- Salvador (BA) – 7.972
- João Pessoa (PB) – 7.872
- Blumenau (SC) – 7.645
- Niterói (RJ) – 7.643
- Santo André (SP) – 7.623
- Campinas (SP) – 7.540
- Porto Alegre (RS) – 7.505
- Manaus (AM) – 7.189
- Guarulhos (SP) – 7.142
- São Bernardo do Campo (SP) – 7.051
- Cuiabá (MT) – 6.801
- Diadema (SP) – 6.671
- Praia Grande (SP) – 6.658
- Guarujá (SP) – 6.474
- Campo Grande (MS) – 6.438
- Caxias do Sul (RS) – 6.100
- Natal (RN) – 6.146
- Jaboatão dos Guararapes (PE) – 5.920
- São José dos Pinhais (PR) – 5.848
- São José do Rio Preto (SP) – 5.825
- São Luís (MA) – 5.816
- Contagem (MG) – 5.789
- Londrina (PR) – 5.775
- Santa Maria (RS) – 5.416
- Novo Hamburgo (RS) – 5.346
- Aracaju (SE) – 5.282
- Ribeirão Preto (SP) – 5.220
- São Leopoldo (RS) – 4.770
- São Vicente (SP) – 4.700
- Pelotas (RS) – 4.353
Fonte: Brasil 61

